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Festa na Comunidade - A inauguração do
restauro do ALTAR-MOR |
Aconteceu no dia 7 de Março, neste ano de
Graça. de 2004. Data que ficará registada na memória do nosso Povo e no
histórico da nossa Paróquia.
Foi, realmente, uma festa digna de Cristãos e da Igreja que somos todos.
Até o tempo, que andava incerto e ameaçador de chuva e frio, se tornou
sereno e ameno, com o sol a aquecer os nossos corações jubilosos pela
obra magnífica realizada na nossa Igreja Matriz. Um espanto! Uma beleza!
Um hino de louvor ao nosso Deus, que tudo merece porque tudo nos dá.
Para ele, e para a sua Mãe Santíssima, os Cristãos deste tempo, na
esteira dos que nos antecederam a fé, ergueram, alindaram valorizaram o
Altar-mor, com muito carinho, com muito amor, com muita generosidade e
muitos sacrifícios.
De mãos dadas, em união com o nosso Pároco, conseguimos
transformar um sonho em realidade, dando |
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| brilho ao que era
baço, dando corpo ao que era vazio, repondo a arte e despertando alegria
onde havia tristeza. |
Assim, todos juntos, fomos capazes de
oferecer a Deus um belo presente: o restauro do seu Altar.
A celebração da Santa Missa, concelebrada por cinco sacerdotes e um
Diácono, foi momento solene pelo conteúdo e pelo ritual da bênção do
novo altar e seus complementos: o Sacrário, o Cristo crucificado, a mesa
da Celebração. O Grupo Coral, como já é habitual, acompanhou com brilho
o desenrolar da liturgia da celebração.
A Igreja, repleta de fieis, era bem a expressão da felicidade e do gosto
do Povo pela obra feita.
Estiveram connosco, naquela celebração, como convidados da Comunidade, o
Senhor Governador Civil de Viseu, o Senhor Presidente da Câmara
Municipal de Sernancelhe, nosso ilustre conterrâneo, o Senhor Capitão
Henriques e sua Esposa, em representação do Comandante do Regimento de
Engenharia nº3 de |
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Espinho, o Responsável pela obra do restauro, Senhor
Joaquim Araújo e sua esposa e filho, de Braga, membros das comissões das
Fábricas das Igrejas do Granjal e da Cunha. |
Cabe aqui um agradecimento muito especial,
muito merecido, às Entidades referidas, pela ajuda que nos deram, quer
na obra da Igreja, quer no arranjo do recinto de Nª Srª das
Necessidades. Um abraço de muita amizade e respeito para o senhor
Araújo.
Depois da Missa, todos rumaram até ao Santuário.
Para confraternizar, à volta da mesa farta e variada, fruto das dádivas
e do carinho de muitas das Senhoras da nossa Comunidade.
Não faltou,
também o porco assado no espeto, cuja carne estava uma delícia,
acompanhado pelo bom vinho, oferta de vários agricultores de Vila da
Ponte.
Tudo decorreu com animação, com amizade e com serenidade.
Foi bonito de
ver e de conviver. |
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Fonte do texto: Prof. José Luis Almeida |